sexta-feira, 14 de março de 2014

TUBOS MULTICAPA NICOLL
Nova tecnologia chega ao mercado de Belo Horizonte.

MULTICAPA GÁS

Descrição
Os Tubos e Conexões Multicapa Gás Nicoll® são produzidos mediante a extrusão de capas de polietileno, com um reforço de alumínio soldado à topo com tecnologia TIG (Tugsten Inert Gas), que é a união em sentido longitudinal da capa de alumínio, por meio da fusão nos extremos da fita deste metal, para formar um tubo de sessão circular uniforme, sem sobreposição, unidas entre as capas interiores e exteriores com um adesivo.
Características

No Brasil, o Multicapa Gás Nicoll® segue as especificações das Normas NBR 15.526-2007 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações prediais e a Norma ISO – Sistemas de tubo multi-camadas para instalações externas de gás com pressão máxima de operação de 5 bar (100mbar / GN e GLP) – Parte 1: Especificações de sistemas, AS 4176 e NMX-X-021_SCFI, que se referem à utilização de tubos Multicapa para a condução de gás natural (GN) e gás liquefeito de petróleo (GLP) e instalações de aproveitamento de gás natural respectivamente.

Vantagens
Tabela Comparativa
DesempenhoMulticapa Nicoll®CobreGalvanizado
DurabilidadeAltaMédiaBaixa
CorrosãoAusentePoucaAlta
CorteCortadorCortador/SerraCortador/Serra
UniõesManualCom soldaCom rosca
Ferramentas especiaisNenhumaMaçarico, lixa, solda e pastaTarracha e fita
CurvaturaA mãoA mãoNão se pode curvar
PreçoBaixoAltoMédio
Rapidez na instalaçãoMuito rápidoLentoMuito lento
Rendimento da mão de obraAltoBaixoBaixo
Número de conexõesMuito poucasEm cada mudança de direçãoEm cada mudança de direção
Tendência de roubo em obraNãoSim, como sucataSim, como sucata
Aplicação

Fonte: http://www.nicoll.com.br

segunda-feira, 10 de março de 2014


DICAS DO CORPO DE BOMBEIROS EM CASO DE VAZAMENTO DE GÁS DE COZINHA

Saiba o que fazer: em casos de vazamento de GLP, não tenha dúvidas!


Vazamento – como proceder?

Por ser um produto inodoro (sem cheiro), é adicionado ao GLP um composto à base de enxofre (etil-mercaptana) para caracterizar seu cheiro. Dessa forma, é possível detectar eventuais vazamentos.

Para verificar se há vazamentos de gás, passe uma esponja com água e sabão sobre a conexão válvula/regulador de pressão de gás. Se houver vazamento, aparecerão bolhas. Não tente eliminar vazamentos de maneira improvisada.

Nunca utilize fósforo, isqueiro ou vela para verificação de vazamento de gás.

Vazamento de gás sem fogo
  • Mude para fechado a alavanca do regulador de pressão de gás;
  • Afaste as pessoas do local;
  • Desconecte o regulador de pressão de gás da válvula de saída de gás e, caso continue o vazamento, retire o botijão para um local aberto, ventilado e longe de fonte de ignição.
  • Não acione interruptores de eletricidade e não ligue nem desligue nenhum equipamento eletrônico ou outros que possam produzir faísca;
  • Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência;
  • Não fume, nem acenda fósforos ou isqueiros;
  • Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas;
  • Alerte as pessoas sobre o vazamento;
  • Entre em contato com a assistência técnica do seu fornecedor de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros Militar (193).

Vazamento de gás com fogo
  • Afaste as pessoas do local;
  • Se possível, feche o registro de gás do regulador de pressão de gás;
  • Chame o Corpo de Bombeiros (193);
  • Desligue a chave geral da eletricidade;
  • Retire do local todos os materiais combustíveis;
  • Não deite o botijão, pois isso pode agravar o incêndio.

Não se esqueça, em caso de vazamentos siga as recomendações e chame a Gas Solutions!

Fonte: http://www.bombeiros.mg.gov.br




sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

GLP receberá aporte de R$ 3 bilhões



O mercado de gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido pelo uso em botijões de cozinha, está recebendo pesados investimentos das gigantes que atuam nesse setor - Ultragaz (grupo Ultra), Liquigás (Petrobras) e Supergasbras (controlada pela multinacional holandesa SHV), que devem somar cerca de R$ 3 bilhões entre este ano e 2018. Os aportes serão destinados, sobretudo, para promover a expansão dessas companhias no país em regiões onde a atuação delas ainda está menos expressiva, como Norte e Nordeste, e também para criar infraestrutura para disputar o mercado industrial, com forte potencial de crescimento. Aquisições no meio do caminho não estão descartadas (ver reportagem abaixo).
Apesar de maduro, esse mercado ainda tem espaço para maior consolidação - as quatro maiores companhias já somam 86% de fatia.
Ao Valor, o presidente da Liquigás, Antonio Rubens Silva Silvino, disse que a companhia tem planos ambiciosos para atingir a liderança no segmento de GLP até 2020 - a maior no segmento é a Ultragaz. O plano estratégico de expansão da companhia ainda não está concluído, mas a empresa deverá investir entre este ano e 2016 cerca de R$ 700 milhões. A Liquigás, que tem a liderança em botijão de 13 quilos, planeja expandir seus negócios para o Norte e Nordeste do país com volumes menores, de 8 quilos, para atender às classes C e D. "Disputamos esse mercado com a lenha, nas chamadas cozinhas flex [lenha e fogão]", disse Silvino.

A Petrobras é considerada uma exceção entre os grupos que refinam petróleo e atuam no varejo - com a Liquigás - e participações em empresas de gás canalizado. "Estrategicamente não faz sentido, uma vez que as grandes petroleiras estão se desfazendo desses ativos para focarem na exploração", disse Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

Em 2012, a Liquigás comercializou 1,62 milhão de toneladas de GLP, 0,2% inferior ao do ano anterior. O faturamento bruto foi de R$ 3,8 bilhões. Para Silvino, presidente da Liquigas, além de vender botijões menores, outra estratégia é elevar as vendas para grandes condomínios de prédios, com contas individualizadas, e avançar em mercados industriais. "A vantagem logística do GLP é grande. Você transporta energia em lata com alcance de 99% de todo o território nacional." O mesmo não ocorre com o gás canalizado, uma vez que os investimentos em dutos para expandir para os municípios de atuação de cada concessão são altos.
Líder nesse segmento, somando todas suas atuações, o Ultra não pretende ceder fácil sua participação para qualquer concorrente. Em recente entrevista ao Valor, a companhia informou que tem feito aportes milionários para expandir a distribuição de gás GLP pelo país. A divisão Ultragaz - negócio que deu origem ao grupo no fim dos anos 30 e ao mercado de gás de cozinha propriamente dito- tem um projeto ambicioso de crescimento.
A companhia está explorando novos negócios e prevê aumentar sua presença em mercados pouco atuantes e avançar em condomínios de prédios e áreas comerciais. O grupo já colocou em prática cobranças individuais, como ocorre em empresas de gás canalizado. Nos últimos quatro anos, a Ultragaz investiu, em média, cerca de R$ 160 milhões por ano nesse segmento. Em 2012, foram R$ 157 milhões e neste ano serão R$ 160 milhões. Se mantiver a mesma média de aporte por ano, em cinco anos, serão quase R$ 1 bilhão. O grupo não comenta projeções futuras.
Sem um foco estratégico voltado para determinada região do país, a Supergasbras, controlada pelo grupo holandês SHV, presente em 27 países e líder global em GLP, prevê fazer investimento de R$ 1 bilhão entre 2014 e 2018 para se consolidar nos Estados onde é líder, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Brasília, e expandir em outras áreas de negócios, afirmou Lauro Cotta, presidente da companhia no Brasil e membro do conselho global do grupo. Para este ano, os aportes previstos estão entre R$ 160 milhões e R$ 190 milhões, Cotta disse que nesse setor cerca de 50% dos investimentos são para manter a "máquina funcionando" e o restante é voltado para a expansão e tecnologia.
Com faturamento de R$ 3,6 bilhões no país, a Supergasbras não pretende reduzir o tamanhão dos botijões - comercializa os tradicionais volumes de 13 quilos e em volumes maiores e atua no mercado granel. "No mercado industrial, trabalhamos para apresentar a melhor solução integrada às companhias", disse Cotta.
O mercado de GLP no Brasil é disputado por quatro grandes companhias. Além de Ultragaz, Liquigás e Supergasbras, tem peso ainda a Nacional Gás, do grupo cearense Edson Queiroz. A Copagaz corre por fora, com 7,8% de participação, segundo o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP). Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, disse que existe grande potencial de crescimento para esse segmento no país. "Quanto mais descobertas de gás natural, maior oferta de GLP o país terá, por mais estranho que pareça."
O mercado sofreu uma queda significativa em 2001 com a entrada do gás natural, mas o quadro tem se revertido. Em 2012 bateu recorde histórico de volume vendido, alcançando 7,13 milhões de toneladas. Mello não vê o mercado de gás canalizado apenas como concorrente. "São complementares", disse. Atualmente, cerca de 72% do volume comercializado de GLP são para os tradicionais botijões e os 28% vão para cilindros estacionários. "Existe grande potencial de expansão nesse segmento."
Apesar de um crescimento de 1% a 2% ao ano, as vendas residenciais têm como forte concorrente a lenha, sobretudo em regiões do Norte e Nordeste. A lenha faz parte das chamadas cozinhas flex (lenha e fogão) e responde por 27% da matriz energética residencial. O GLP fica com 27%, gás natural 1% e energia elétrica, com o restante.
O setor aguarda decisão do governo para desonerar de PIS/Cofins do gás de cozinha. No dia 11 do mês passado, a Câmara dos Deputados aprovou a MP 609/13, que inclui o gás de cozinha nos itens da cesta básica.

Copagaz torna-se a 'joia da coroa'

A distribuidora Copagaz, quinta maior do país, com uma participação nacional de 7,8% no mercado de gás liquefeito de petróleo (GLP), há muito tempo é cobiçada pelas quatro maiores companhias do setor, mas se depender do fundador do grupo, Ueze Zahan, a empresa não venderá seu controle.
A companhia disse que não está à venda. "Muito pelo contrário, mesmo em um momento em que as margens se encontram extremamente reduzidas, a Copagaz mantém sua política de sempre - reinvestir na própria empresa. A Copagaz tem projetos de médio e longo prazo de crescimento para os próximos anos, embora esteja atenta a oportunidades para eventuais aquisições que venham a surgir no mercado", afirmou a empresa por meio de um comunicado.
Fundada em 1955, a distribuidora produz cerca de 600 mil toneladas de GLP por ano e faturou R$ 1,2 bilhão no ano passado.
A empresa é considerada estratégica para todas as quatro maiores do setor. Se qualquer uma delas comprar a companhia, muda o ranking do setor. Se for adquirida pela Ultragaz e Liquigás, por exemplo, as duas companhias disparariam na liderança, afastando-se de seus concorrentes. Para a Supergasbras e Gas Natural, daria a liderança, mas sem grande folga.
A Copagaz informou que nos últimos três anos investiu R$ 306 milhões, na requalificação dos botijões - foi a que mais requalificou botijões - entre 2007 e 2012 foram 6,5 milhões de vasilhames. A empresa está reforçando a atuação em Minas Gerais e ampliando sua operação em Cuiabá, com a compra de um novo terreno para instalação de base de engarrafamento maior e mais moderna. (MS)
Fonte: Valor Econômico
PROGRAMA DE ESTÁGIO ULTRAGAZ


A Ultragaz, empresa que atua na distribuição de Gás LP (Liquefeito de Petróleo), prorrogou o prazo de inscrições para seu programa de estágio até o dia 16 de março. Os interessados podem se inscrever no site EstagioUltragaz.
Os selecionados vão receber uma bolsa compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, seguro de vida, refeitório no local ou vale-refeição e vale-transporte. O programa tem duração de 18 meses e os horários são flexíveis, para não comprometer os estudos dos estagiários.
No processo de avaliação são avaliados o raciocínio lógico e analítico, o domínio da língua portuguesa e a proficiência em inglês. No total são 27 vagas para os cursos de administração, ciências da computação, ciências contábeis, economia, engenharia, marketing, publicidade e propaganda, tecnologia da informação e sistemas de informação. 
Oportunidades de estágio são destinadas à atuação em unidades da Ultragaz nas seguintes cidades: Araucária (PR), Aracajú (SE), Canoas (RS), Capuava (SP), Betim (MG), Duque de Caxias (RJ), Fortaleza (CE) Londrina (PR), Palhoça (SC), Paulínia (SP), Recife (PE), Santos (SP), São Luís (MA), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP), Senador Canedo (GO) e Sorocaba (SP).
Fonte: http://www.administradores.com.br

terça-feira, 21 de janeiro de 2014


LANÇADO EDITAL PARA CONSTRUÇÃO DO GASODUTO TRECHO BETIM-UBERABA



A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) publicou o edital de contratação do projeto técnico para a construção do gasoduto que abastecerá e viabilizará a fábrica de amônia que a Petrobras vai implantar em Uberaba, no Triângulo Mineiro. O duto chegará ao município partindo de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e demandará aportes da ordem de R$ 1,8 bilhão. De acordo, a abertura das propostas está prevista para 11 de fevereiro. Depois de escolhida a empresa responsável e autorizado o início dos trabalhos, deverão ser necessários alguns meses para elaboração do projeto e a previsão é que as obras tenham início no segundo semestre deste ano. Na última semana, o prefeito de Uberaba, Paulo Piau, se encontrou com o diretor de Distribuição e Comercialização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Ricardo Charbel, e também com o presidente da Gasmig, José Carlos de Mattos. Na oportunidade, trataram sobre o processo licitatório do projeto do gasoduto, bem como sobre sua construção. "O gasoduto vai viabilizar a implantação da fábrica de amônia e conseqüentemente proporcionar o resgate da relação da estatal com Minas Gerais. Além disso, poderá ser utilizado no futuro como transporte para o gás da bacia do rio São Francisco, nos permitindo ser grandes exportadores de gás", afirmou Piau. O gasoduto será construído a partir de Betim, percorrendo 456 quilômetros até chegar a Uberaba. O investimento será de R$ 1,8 bilhão, com capacidade inicial para transportar 3 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. Segundo o prefeito, a previsão é de que a obra esteja concluída até maio de 2016, prazo alinhado com a construção da planta de amônia no Triângulo, único grande projeto da Petrobras em Minas Gerais. 

Agência Minas
Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (29), em Uberaba, o governadorAntonio Anastasia anunciou que o Governo de Minas acertou uma proposta para viabilizar a chegada do gás natural até Uberaba, no Triângulo Mineiro, que viabilizará a implantação de uma fábrica de amônia pela Petrobras, naquele município. As quatro empresas envolvidas no projeto – Petrobras, Cemig, Gaspetro e Gasmig, decidiram pelo trajeto do gasoduto, que partirá de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte e percorrerá 457 km até chegar a Uberaba.

O acerto foi feito em reunião realizada na última terça-feira (19) na sede da Petrobras no Rio de Janeiro. O Governo de Minas foi representado na reunião por dirigentes daSecretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, da Cemig e da Gasmig. Diretores da Petrobras e da Gaspetro representaram o governo federal.

A ideia inicial, mais simples e rápida, era que o gasoduto partisse de São Paulo. Segundo o governador Antonio Anastasia, impedimentos de ordem jurídica e burocrática tornaram moroso o processo. A alternativa, portanto, foi procurar viabilizar o projeto a partir da capital mineira. “Faremos o gasoduto entre Belo Horizonte, atendendo a Uberaba, atendendo o Triângulo Mineiro e resolvendo a questão da fábrica de amônia. Isso foi objeto de reunião com a Petrobras esta semana”, afirmou o governador, dizendo que, futuramente, esse gasoduto poderá ter novas ramificações.

O gasoduto terá capacidade inicial para transportar 3 milhões de metros/cúbicos/dia de gás natural, combustível suficiente para abastecer a fábrica de amônia da Petrobras, em implantação, em Uberaba, além de outros empreendimentos industriais na região. A previsão inicial é de que a obra esteja concluída até maio de 2016.
“Com essa solução, o Governo de Minas cumpre o compromisso feito com o Governo Federal e com lideranças do Triângulo Mineiro, de viabilizar o gasoduto, uma obra de fundamental importância para a instalação da fábrica de amônia da Petrobras”, afirma o governador de Minas, Antonio Anastasia. “Trata-se de um empreendimento que impulsionará de forma expressiva o desenvolvimento econômico e social não apenas de Uberaba mas de toda a região do triângulo e também dos municípios por onde passará o gasoduto”.

Atração de novos empreendimentos
O gasoduto percorrerá apenas o território de Minas, gerando valor para o estado na execução da obra, com criação de novos empregos, e, principalmente, pelo potencial de atração de novos empreendimentos para o Estado, com a chegada do gás natural a regiões ainda não atendidas pela Gasmig. O projeto acordado entre as quatro empresas, com o gasoduto partindo de Betim, passará por municípios com potencial do uso do gás natural, como Juatuba, Igarapé, Mateus Leme, Itaúna, Divinópolis, Lagoa da Prata, Luz, Araxá e Delta, entre outros. Após o detalhamento técnico, operacional e financeiro do projeto, as quatro empesas integrantes do acordo vão submeter a proposta de construção do gasoduto à aprovação de seus respectivos Conselhos de Administração.

Sobre a fábrica de amônia da Petrobras
No último dia 14 de novembro, o Governo de Minas firmou protocolo de intenções com a Petrobras para a implantação da fábrica de amônia no município de Uberaba, no Triângulo Mineiro. A fábrica é denominada pela Petrobras como Unidade de Fertilizantes Nitrogenados-V. O protocolo de intenções também foi assinado pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sede).

A UFN-V possui uma capacidade projetada de, aproximadamente, 1,5 mil toneladas por dia de amônia, o que corresponde a 519 mil toneladas por ano. Projeta-se também a venda de aproximadamente 277 mil t toneladas por ano de dióxido de carbono (CO2). O investimento será de cerca de R$ 2,3 bilhões e o início de operação está previsto para novembro de 2016.

No segmento de fertilizantes, a Petrobras está investindo em novas unidades, a fim de acompanhar o crescimento do mercado brasileiro, cuja demanda tem sido maior do que a capacidade de oferta da produção nacional. Para a implantação da fábrica de amônia, o Governo de Minas disponibilizou terreno de 1 milhão de metros quadrados no Distrito Industrial III, em Uberaba.

O protocolo assinado entre o Governo de Minas e a Petrobras é consequência e evolução de outro termo, assinado em 2011, quando as partes deram início às negociações para implantação da fábrica, em Uberaba. Neste documento coube ao Governo do Estado, por meio da Cemig, a realização de estudos relativos ao gasoduto. A produção de fertilizantes nitrogenados se insere na cadeia de valor do gás natural. Sendo assim, o Governo de Minas tem feito todos os esforços para levar o gás natural até o município de Uberaba para garantir o início das operações da fábrica.

Vocação de Uberaba para o setor
Uberaba abriga expressivo polo produtor de fertilizantes, tendo como âncora a Vale Fertilizantes (antiga Fosfértil), responsável pelo abastecimento de 40% do mercado brasileiro. Na região, estão entre as maiores jazidas brasileiras de rochas fosfáticas, a de Tapira, que atende à planta de Uberaba, e a de Salitre, que atenderá a nova unidade da Vale Fertilizantes em Patrocínio, no Alto Paranaíba.

Atualmente, grande parte da amônia consumida na região é importada via porto de Santos e transportada por carretas até a planta situada no Distrito Químico de Uberaba. Com a produção da matéria-prima em Uberaba, a expectativa é de que o segmento reduza os custos com transporte do material, possibilitando a redução de custos de produção. A produção de amônia no município também retirará das principais estradas, diariamente, cerca de 100 caminhões por dia transportando o produto, evitando acidentes ambientais e riscos para a população.

Fonte: Diário do Comércio / FAAE-MG / GASMIG



terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DE OLHO NAS COMPANHIAS DE GÁS
Liquigás é a empresa que mais respeita o consumidor pelo segundo ano consecutivo


A Liquigás Distribuidora, empresa do Sistema Petrobras que atua no envase e distribuição de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), foi considerada, pelo segundo ano consecutivo, a Companhia que mais respeita o consumidor entre todas as distribuidoras de gás de cozinha, conforme estudo exclusivo da Shopper Experience, uma das mais conceituadas empresas de pesquisa, em parceria com a Revista Consumidor Moderno.

De acordo com a pesquisa "As Empresas que mais respeitam o consumidor 2013", referência nacional em termos de relacionamento entre empresas e clientes, a Liquigás obteve a média de 8,68. A Shopper entrevistou 1.682 consumidores via web, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Goiânia, bem como em municípios do interior paulista.

O universo dos entrevistados compreendeu homens e mulheres com acesso a internet, maiores de 18 anos e pertencentes às classes A, B, C e D. Os resultados indicaram como os consumidores enxergam o atendimento das empresas, muito além de uma percepção de top of mind, pois um dos pré-requisitos era que os entrevistados possuíssem contato ou experiência com as organizações.

"É um grande orgulho obtermos esse reconhecimento pela segunda vez consecutiva, pois o prêmio reflete os esforços de toda a força de trabalho para aprimorar ano a ano a qualidade dos produtos e serviços e o atendimento aos nossos clientes e consumidores finais de GLP", afirma Antonio Rubens Silva Silvino, presidente da Liquigás.

Além de apontar as empresas que mais respeitam o consumidor em diversas categorias, o estudo da Shopper ranqueou os aspectos mais importantes que um empresa ou fabricante tem que fazer ou ter para ser considerada uma organização que respeita o consumidor. Segundo as respostas dos pesquisados, produtos de boa qualidade aparecem em primeiro lugar, com 19%, seguido de preços atrativos, com 17%. Serviços de qualidade, funcionários solícitos (ambos com 9%), facilidade do pagamento e variedade de produtos (8%) também foram citados.

Sobre a Liquigás
A Liquigás, uma empresa do Sistema Petrobras, é líder no mercado de botijões de gás de até 13 kg e uma das maiores distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) do Brasil. Fornece gás para uso doméstico em embalagens de 5, 8, 13 e 45 kg. No segmento granel, oferece produtos e serviços para diversos setores, como comércio, indústria, agronegócios e condomínios. Investe constantemente em tecnologia e busca inovações para garantir ao consumidor final um produto de qualidade, com responsabilidade social e ambiental. Possui uma rede com mais de 4.800 revendedores, atingindo aproximadamente 8,5 milhões de residências e mais de 35.000 clientes no segmento granel. A empresa conta atualmente com 3.250 empregados.

A Gas Solutions parabeniza a empresa pelo comprometimento e deseja muito sucesso em 2014.


Fonte: Jornal Brasil, em 04/01/2014

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Campanha Chama Segura-GLP

CAMPANHA CHAMA SEGURA CORPO DE BOMBEIROS
Corpo de Bombeiros de São Paulo orienta usuários sobre instalação de Botijões de GLP

Vamos começar o ano prevenindo acidentes domésticos!
Segue um vídeo bem interessante do Corpo de Bombeiros SP, com dicas de segurança para instalação de botijões de gás. 


Pequenos cuidados na hora da instalação evitam desperdício, substituição precoce de equipamentos e evitam acidentes, que na maioria das vezes, são bastante graves, podendo levar até a morte.

São dicas simples e não custa nada orientar os amigos e familiares. Veja e compartilhe! 
Um feliz 2014 sem acidentes para todos!